A empatia é uma virtude essencial para as relações do cotidiano, incluindo os universos afetivo, social ou profissional. No ambiente de trabalho, ela proporciona relações mais agradáveis, promove conexões mais verdadeiras e contribui para que as equipes respeitem suas diferenças e aprendam umas com as outras de forma mais eficaz.

Definitivamente, as empresas têm muito a ganhar ao estimular a empatia em seus funcionários. Afinal, isso gera muito mais coerência entre processos e pessoas e acaba se tornando um grande diferencial de mercado, pois impacta na relação com os clientes, na rentabilidade e gera tais resultados.

Neste texto, destacamos algumas das particularidades da empatia no trabalho. Vamos falar como ela é desenvolvida e o que marca a personalidade de pessoas mais empáticas. Além disso, abordamos o conceito da comunicação não-violenta e seus principais diferenciais. Acompanhe!

O que é empatia e como desenvolvê-la

A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender suas perspectivas e sentimentos. Dessa forma, é possível ter atitudes conforme as questões que existe existem dentro do outro.

Trata-se de uma competência que pode ser plenamente desenvolvida e pode, inclusive, resolver problemas como violência, pobreza, aquecimento global e outros.

No ambiente de trabalho, ganha-se muito ao expandir a capacidade de compreender os desafios de uma empresa sob diversas perspectivas. Praticar a empatia, por exemplo, possibilita experimentar novas visões e observar aspectos que antes eram ignorados.

Afinal, infelizmente, a tendência é que enxerguemos tudo à nossa volta apenas sob o viés das nossas próprias experiências.

Uma vez que o universo profissional por si só é um ambiente amplamente diversificado, a empatia chega para permitir, por exemplo, que as mensagens a serem transmitidas sejam adequadas para cada funcionário da organização.

Além disso, a empatia também é muito importante para a liderança dos dias atuais. Com as mudanças do mercado de trabalho, o líder precisa ser, mais do que nunca, um exímio comunicador para delegar tarefas e estabelecer uma rotina eficiente, focada nos resultados.

Como ser um profissional empático

A pessoa que pratica a empatia no dia a dia do trabalho é aquela que faz um exercício contínuo para observar todos à sua volta e compreender as demandas individuais e atendê-las da melhor forma possível.

Um colaborador, por exemplo, pode demandar orientações para o desenvolvimento de uma determinada tarefa, de maneira a cumprir as metas estabelecidas pelo grupo com excelência.

Obviamente, as abordagens são as mais diversas possíveis e cabe ao profissional empático ter sensibilidade, inteligência emocional e vontade de se adaptar ao universo alheio. Quem adota esse tipo de mindset trabalha de forma muito mais alinhada com seus colegas e a organização como um todo.

Hoje, é preciso reconhecer e praticar a empatia como uma força essencial para possibilitar diversas mudanças nos meios corporativos. Afinal, melhorar as relações interpessoais é indispensável para qualquer organização que quer se estabelecer em um contexto de crescimento contínuo e sustentável.

Benefícios da empatia no trabalho

Ao praticar a empatia no trabalho, líderes e equipe conquistam benefícios como:

  • compreensão das necessidades e das motivações dos colegas, além de manter um interesse ativo pelas perspectivas dos outros;
  • conquista de uma melhor orientação para antever, servir, identificar e satisfazer as necessidades de parceiros e clientes;
  • aprimorar a capacidade de desenvolver a si próprio e os colegas, por meio da identificação de seus pontos de melhoria e das suas principais habilidades;
  • cultivar as melhores e principais oportunidades em relação à capacidade dos colegas, sem desvalorizar a diversidade de uma organização.

Nesse sentido, é importante destacar que, mais do que uma competência desejada, a empatia é essencial para o profissional de sucesso e uma questão de sobrevivência no ambiente corporativo. É graças a ela que muitos profissionais conseguem se adaptar à cultura da empresa e entender sua missão, visão e valores.

A empatia é essencial para estabelecer e reforçar os laços de colaboração e confiança entre os diversos colaboradores de uma companhia.

Além dela, é importante falarmos de um outro conceito que também é muito importante para as boas relações no ambiente corporativo: a Comunicação Não Violenta (CNV).

O que é a Comunicação Não Violenta (CNV)

A Comunicação Não Violenta (CNV) é um conceito criado pelo psicólogo Marshall Bertram Rosenberg e uma equipe de colegas, que consiste em estabelecer relações de parceria e cooperação, nas quais predomina uma comunicação empática e eficaz.

É utilizada, principalmente, por pessoas que querem agir e intervir a favor de uma interlocução sem barreiras.

Como o próprio nome sugere, a sua essência é focada na não violência. Dessa forma, a CNV estabelece que, por natureza, somos compassivos e que atitudes violentas são ensinadas, aprendidas e apoiadas pela sociedade, inclusive no contexto profissional.

Além disso, a Comunicação Não Violenta também assume que as pessoas compartilhem suas necessidades básicas e ainda compreende que nossas atitudes são estratégias e direcionadas para atender nossas conveniências.

Objetivos da Comunicação Não Violenta

Em linhas Gerais, a CVN conta com três principais objetivos:

  • oferecer empatia;
  • expressar sentimentos, observações e necessidades;
  • promover conexão com a própria pessoa que pratica a autoempatia.

Isso significa que o conceito está alinhado a um estilo de vida com base em valores como a compaixão e, que, quando praticado, cria relações de paz entre os indivíduos. Além disso, vale destacar que ela tem muita utilidade para resolver os possíveis e muitas vezes inevitáveis conflitos do ambiente de trabalho.

Agora que você sabe detalhes sobre a empatia no trabalho e a CNV, chegou o momento de colocar esses conceitos em prática no dia a dia da empresa.

Se você começar e vivenciar todas as ideias que destacamos, provavelmente será mais acessível e atencioso pelo simples fato de demonstrar interesse naquilo que os outros sentem, pensam e experimentam.

Ver o mundo sob uma diversidade de perspectivas é bom para si, para o outro e para a organização como um todo. Definitivamente, a empatia e a comunicação não violenta são ganhos para todos os envolvidos.

Além disso, desenvolver a capacidade empática também fará com que as pessoas busquem entendê-lo e, dessa forma, você conseguirá construir melhores relações de colaboração e de cooperação no dia a dia das atividades em equipe.

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HQT
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